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Matriz de Crescimento de Ansoff

Ansoff Growth Matrix

Ansoff Growth MatrixRisk compounds as you leave the home quadrant: two unknowns multiplyMarket PenetrationSell more of what you have to who you haveLoyalty programs, price cuts, share gainsLow riskProduct DevelopmentNew product, same customersLine extensions, premium tiers, adjacenciesMedium riskMarket DevelopmentSame product, new customersNew geographies, new segments, new channelsMedium riskDiversificationNew product, new customersGreenfield bets, M&A into adjacent industriesHigh riskHow to read itEach axis adds one unknown.New product = build risk.New market = sell risk.Both at once compounds thefailure odds.Rule of thumbExhaust penetration beforestepping off the home tile.Diversify only when thecore has plateaued.Igor Ansoff, 1957. Still the cleanest map of where growth can come from.

Igor Ansoff publicou esta matriz 2×2 em 1957 e ela sobreviveu a quase todos os modelos que surgiram depois. Um eixo divide os produtos em existentes e novos; o outro divide os mercados da mesma forma. As quatro células representam as únicas quatro formas de uma empresa crescer. A penetração de mercado consiste em vender mais do que já se produz a quem já compra (programas de fidelização, ganhos de quota, experiências de preço) e comporta o menor risco porque tanto o produto como o canal são conhecidos. O desenvolvimento de produto mantém a base de clientes constante e lança algo novo para ela: extensões de linha, segmentos premium, produtos adjacentes. O desenvolvimento de mercado faz o inverso: leva um produto comprovado a uma nova geografia, segmento ou canal. A diversificação ocupa o quadrante superior direito, onde ambos os eixos são novos, e é onde a maioria das apostas de crescimento silenciosamente fracassa.

O gradiente de risco não é linear. Cada eixo acrescenta uma incógnita, mas combiná-los multiplica as probabilidades de insucesso em vez de as somar. Os novos produtos falham porque a equipa tem de aprender a construir; os novos mercados falham porque a equipa tem de aprender a vender. Fazer as duas coisas em simultâneo significa aprender dois sistemas desconhecidos enquanto se consome capital, razão pela qual a diversificação apresenta uma taxa de sucesso de aproximadamente 20 a 30 por cento nos estudos empíricos, contra 60 a 75 por cento na penetração pura. A regra prática consiste em esgotar primeiro a penetração (a maioria das empresas deixa quota significativa por explorar antes de avançar para novos produtos), depois escolher exatamente um eixo para alargar, e reservar a diversificação genuína para situações em que o núcleo atingiu um plateau real e a nova aposta tem sobreposição estrutural com uma capacidade existente.

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